A gíria rad-trad é usada por alguns católicos e surgiu através de um neologismo da palavra do inglês radical traditionalism (tradicionalismo radical). Ou seja, refere-se ao católico que não aceita o Concílio Vaticano II e o missal promulgado por São Paulo VI em 1969.
Hoje em dia esse termo é proclamado por muitos de forma pejorativa. Muitos católicos mal informados gostam de taxar pessoas que discordam de suas opiniões como “rad-trad”. Ou seja, se você falar que algo é anti litúrgico ou que algo vai contra a doutrina da igreja, logo você é um católico “rad-trad”.
O Católico Radical não é aquele que prefere ir a uma missa em rito extraordinário ao invés da missa em rito ordinário. Também não é aquele que não gosta de missas carismáticas.
Pode-se dizer que o “rad-trad” é a mesma coisa que um sedevacantista. Pois ele os outros católicos sedevacantista acreditam que a Santa Sé está vaga e que o homem geralmente reconhecido como Papa é, na realidade, um impostor etc.
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Rad-trad e o Sacrosanctum Concilium
De fato sabemos que todos estão errados, mas não podemos negar que muitos modernistas e adeptos a Teologia da Libertação se escondem atrás da acusação para serem os donos da razão.
No Brasil não faltam razões para um católico que estuda a doutrina da santa igreja se tornar um “católico rad-trad” por engano. Pois muitas paróquias cometem erros ou abusos litúrgicos nas missas. Grupos jovens e movimentos transformam a missa em um verdadeiro culto protestante. O povo da teologia da libertação e suas missas “interculturadas” que faz com que muitos “odeiem” o CVII e missas ordinárias.
O mais engraçado de tudo é que esse povo “rad-trad” não leu uma linha da introdução geral ao missal romano e muito menos Sacrosanctum Concilium.
Não podemos esquecer dos “haters do Papa Francisco” que sempre caem na ladainha da mídia que vive manipulando tudo o que o papa fala.
Portanto, se você possui o costume de acusar católicos de serem rad-trads por razões fúteis, logo você está realmente julgando seu irmãozinho. E se você é conservador, leia o CVII e o missal romano antes de criticar-los.
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