CEBs do Brasil defende abertamente o socialismo e faz forte crítica ao atual governo

Redação Deo Vero
. Atualizado: 5/01/2019 às 20h:40

Nesta quarta-feira (2) a página oficial das Comunidades Eclesiais de Base fez fortes críticas ao Governo Bolsonaro e defendeu abertamente o comunismo, que claramente proibido pela Igreja Católica.

Seguido por uma imagem de escrito “resistência”, a página oficial da CEBs faz críticas ao atual governo.

“Malditas sejam todas as cercas! #cebsdobrasil
Malditas todas as propriedades privadas que
nos privam de viver e de amar!
Malditas sejam todas as leis, amanhadas por
umas poucas mãos, para ampararem cercas e
bois e fazerem da terra escrava e escravos os
homens!” afirma o poema de Pedro Casaldáliga, poeta do Araguaia publicano em uma rede social.

Imagem retirada da página oficial da CEBs: https://www.facebook.com/CEBsdoBrasilOficial

Em um texto publicado no dia 3 de janeiro, a CEBs defendeu abertamente ideias socialistas em uma de suas publicações, “O que eles chamam de “ideologia” nós chamamos de luta de classes!. O que eles chamam de “pátria”, nós chamamos de ditadura do capital!. O que eles chamam de “vitória nas urnas” nós chamamos de democracia burguesa…” diz o texto.

A postagem insulta o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o chama de mostro, “Num dá pra ter medo de nomear e chamar os monstros pelos seus nomes”.

As Comunidades Eclesiais de Base já havia entrado em polêmicas ao realizar missas com sacerdotisas anglicanas.

Imagem retirada da página oficial da CEBs: https://www.facebook.com/CEBsdoBrasilOficial

Ideias socialistas e comunistas são abertamente proibidos pela Igreja Católica, como afirma o parágrafo 2425 do catecismo:

§2425 A Igreja tem rejeitado as ideologias totalitárias e atéias associadas, nos tempos modernos, ao “comunismo” ou ao “socialismo”. Além disso, na prática do “capitalismo”, ela recusou o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano. A regulamentação da economia exclusivamente por meio planejamento centralizado perverte na base os vínculos sociais; sua regulamentação unicamente pela lei do mercado vai contra a justiça social, “pois há muitas necessidades humanas que não podem atendidas pelo mercado”. É preciso preconizar uma regulamentação racional do mercado e das iniciativas econômicas, de acordo com uma justa hierarquia de valores e em vista do bem comum.

A equipe do Deo Vero tentou entrar em contato com a CEBs mas não obteve resposta até o presente momento.

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